Receita especial do Chef:
Feijoada | Caipirinha
Em 1980, Incao retornou ao seu Brasil nativo, primeiro para o Regine de São Paulo antes de se unir à equipe do Rio Sheraton. Em 1983, ele cruzou a cidade e foi para o Rio Palace, onde trabalhou com Jean-Claude Baldiere e Gaston Lenôtre, antes de ir para a Praia de Copacabana em 1989, para o Copacabana Palace.
Durante os anos 80, outro talento de Incao se evidenciou: a formação de outros chefs.Hoje, ele é considerado um dos melhores instrutores da área e os profissionais que ele forma trabalham ou chefiam as cozinhas mais prestigiadas do Brasil.
De 1989 a 1991, Incao foi o Chef Executivo do Copacabana Palace. Em 1991, valeu-se dos contatos internacionais da Orient-Express, para trabalhar na Escócia, Inglaterra, Portugal e França.O retorno de Incao ao Restaurante Pérgula do Copacabana Palace, em 1995, foi visto como um compromisso com a excelência culinária. As criações culinárias de Incao sofreram influência das cozinhas européia e brasileira, além da cozinha australiana.
Esta última influência é resultado de sua formação gastronômica na Austrália, e é evidenciada pelo seu uso e preferência por frutos do mar, que tanto no Brasil quanto na Austrália são merecidamente famosos.
Incao tem de enfrentar um desafio interessante, já que na outra ponta da famosa piscina do Copacabana Palace, se encontra uma competição culinária acirrada por parte do restaurante italiano Cipriani, dirigido pelo Chef Francesco Carli.
Em 1997 e 1999, Incao foi presidente da delegação Brasileira do Bocuse d'Or – cuja equipe ficou em décima posição. Ele é presidente da seção Rio de Janeiro da Associação Brasileira de Gastronomia (ABAGA), que organiza o concurso "Jovem Talento". Hoje em dia, Incao é também Professor de Gastronomia.